BAlelA - ARte e cULTurA LOUCURA AMOROSA

LOUCURA AMOROSA


Sabe, às vezes acho mesmo, que sou todo errado, meio torto,
visionário, um extraterrestre talvez...

Mas o fato é que continuo acreditando no amor.

Naquele amor olhos nos olhos; mão na mão...

Aquele amor de suspirose e beijos envergonhados.

Aquele amor que ruboriza e deixa vermelhas as bochechas.

Posso parecer louco, mas acho mesmo que esse amor existe.

Talvez esteja escondido por aí.

Procurando tomar de volta seu espaço.

Mas parece que ele tem sete cabeças, ou sete braços, eu não sei bem.

Aquele Amor que agarra de verdade, que nem visgo de jaca.

Aqueles que o sentem, o esconde.

Talvez por isso seja tão temido.

Temido e desejado.

No fundo no fundo...

Acredito mesmo, que há sempre um romântico, oculto nas profundezas do
nosso ser.

Mas quantos de nós temos coragem de nos entregar?

Por incrível que pareça.

É preciso muito peito para ser feliz.

E o pior é que não adianta implante de silicone.

É na raça mesmo.

Amar assim envolve: derrubar barreiras e escudos Colgate, se mostrar,
se fragilizar...

Enfim, se arriscar.

Pois é, tá aí o ponto difícil!

É mais arriscado que rapel; se cair não tem corda pra segurar.

No entanto, se conseguirmos chegar ao cume.

Caramba, não há felicidade igual.

O tempo congela.

O coração arrebenta.

O lábios estremecem, e as maçãs do rosto sentem deliciosas câimbras,
de tanto sorrirem.

Eu peço desculpas ao mundo, que me perdoem os que não acreditam.

Mas para se viver, o amor é fundamental.

E amor tem quer ter mel, carinho e emoção.

Lambuze-se de amor,

Essa gostosura é gratuita.

Brinde o que a Vida te oferece.

Quando você perder o medo de parecer piegas, ultrapassado e careta.

Você terá encontrado o seu verdadeiro Amor.

Sejamos paranóicos, psicóticos...

Loucos de amor.

DINO COSTA.

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:: alvo
plumado
de nuvens
se peja o dia
soberanamente.


de cobalto
o azul do mar
principia o avesso
em brumas: é noite no sol
esquecido de mim


no entanto
numa poça de água suja da calçada
o céu permanece claro refletido
e nessa imagem repousa
verde-brilhante uma
esperança ::


[ lilly.falcão/ 'paisagem.de.trânsito']


Em 30/03/12, Lilly Falcão<lillyando@gmail.com> escreveu:
> #POEMA CORRIGIDO: flechas#
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> :: zunidos urros bramidos
> frêmitos em códigos
> acendem o olhar insaciável
> e delinquem os sentidos
>
> luxúria à flor da pele
> incêndio de pássaros
> debulhando a vagem do dia
> carnear ávido de sembantes
> miragem e vertigem
> rarefeitos no pó
> do magma
>
> fogo e mistério
> encantamento e incerteza
> plumagens e flechas retesadas
> frágeis e finas máscaras de ascetas
> escondem a volúpia do vulcão
> em um canto incidental
> de cisnes negros
> entre o vento
> e a morte
> súbita ::
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> [lilly.facão/ 'canto.incidental']
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> Em 30/03/12, Lilly Falcão<lillyando@gmail.com> escreveu:
>> :: zunidos urros bramidos
>> frêmitos em códigos
>> acendem o olhar insaciável
>> e delinquem os sentidos
>>
>> luxúria à flor da pele
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>> fogo e mistério
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#POEMA CORRIGIDO: flechas#

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rarefeitos no pó
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escondem a volúpia do vulcão
em um canto incidental
de cisnes negros
entre o vento
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Em 30/03/12, Lilly Falcão<lillyando@gmail.com> escreveu:
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BAlelA - ARte e cULTurA Curitiba-Mulher

Curitiba - Mulher
( Dia 29 de Março - Aniversário de Curitiba )

Curitiba é uma princesa ...
Bonita por natureza ...
Mas , com a alma poluída ,
Maliciosa e atrevida !

A cabeça de Curitiba tão lúcida ...
Fica na Biblioteca Pública !
Suas sobrancelhas são os arcos de Santa Felicidade ...
Esta é uma surpreendente verdade !

Seus olhos são os lagos do Parque Iguaçu ,
Que brilham de norte à sul !
Seu nariz é o Jardim Botânico cheio de flores ,
Que inspiram paixões e amores !

Sua boca é a Boca Maldita ...
Avermelhada e bonita !
Seu pescoço é a Rua das Flores ...
Entre as esperanças e as dores !

Seus ouvidos são os teatros do Canal da Música ,
Que abrigam os artistas de uma forma lúcida !
Seu pescoço é a Praça Osório ...
Com a sua feira que vira empório !

Seus braços perfumados com patchuli ...
São os lagos do Parque Barigüi !
Seus seios são os lagos do Parque Bacacheri ,
Que alegram um lindo colibri !

Seu umbigo é um real tesouro ...
Pois , ele é o bebedouro ...
Do famoso largo da Ordem ...
Onde a boêmia e a poesia não dormem !

Sua perna direta é a Avenida das Torres ...
Ente a favela e as flores !
Sua perna esquerda é a Avenida João Leopoldo Jacomel ,
Que tem um sabor sagrado de mel !

Seu pé direito forma a Rodovia das Praias ,
Onde todas as fadas são lacaias ...

Do prazer e da loucura ...
Num motel cheio de ternura !
Seu pé esquerdo é a Rodovia dos Minérios ,
Repleta de sonhos e mistérios !

Curitiba é uma princesa ...
Bonita por natureza ...
Mas , com a alma poluída ,
Maliciosa e atrevida .

Luciana do Rocio Mallon .
 

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Re: Download - Pintura em madeira



Em 29 de março de 2012 20:20, Jaqueline Moraes <jakedcl@gmail.com> escreveu:

Meninas Boa noite!
Estou com um blog e a idéia era de postar tudo,ou quase tudo(rsrsrs0
que passa por aqui,assim outras pessoas podem ver e quem
perder alguma coisa pode ir lá buscar.
Mas preciso da autorização de quem psta,já que eu nunca posto nada
e gostaria muito de poder contar com todas lá no blog,dando palpites,
pedindo post,criticando,ajudando
quero fazer algo para todas nós
E desde já estou contando com a participação de todas
 aqui está ´link:bloghttp://jakedcl.blogspot.com.br/
Bjs,conto com vcs
Em 28 de março de 2012 19:13, enfermeirinha <enfermeirinha33@gmail.com> escreveu:

 
 

Enviado para você por enfermeirinha através do Google Reader:

 
 

via Tita Carré - Agulha e tricot de robertagranada@gmail.com (by Roberta Granada Mendes Bortoluzzi) em 28/03/12


Faça seu download aqui.

 
 

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

 
 



--
Jaqueline Moraes
Blog:prapresente.blogspot.com
http://www.elo7.com.br/prapresente/




--
Jaqueline Moraes
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Como é possível, uma menina brasileira de 11 anos, de uma família brasileira da classe média

ter esta capacidade extraordinária ...

 

Só mesmo a multiplicidade das existências para explicar esse e tantos outros fenômenos..., inclusive para poder explicar a nós próprios a presente vida que temos na matéria!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

            

 

 

 




.




 

 

 

 

 

 

 

 

 

video

 

      

 

Fernando Henrique Cardoso

A soma e o resto

 

OS QUE ESTÃO VIVOS E OS MORTOS


No fundo estamos condenados ao mistério, mas , pelo menos na memória dos outros, você sobrevive. 

Vivi intensamente isso com a perda da Ruth. Olhando para trás, é claro que ela estava com um problema grave de saúde. Apesar disso fizemos uma viagem longa e fascinante à China, como se o problema não existisse.

A gente sabe que um dia vai morrer e no entanto vive como se fosse eterno.


Depois da morte de Ruth e, mais recentemente, de outros amigos, eu me habituei a conversar com os que morreram. Não estou delirando. Os mortos queridos estão vivos dentro da gente. A memória que temos deles é real.


À medida que vamos ficando mais velhos, convivemos cada vez mais com a memória.  Por intermédio da Ruth, passei a lembrar mais dos outros que morreram, dos meus pais, meus avós.

Os que morreram e nos foram queridos continuam a nos influenciar..

Eu não penso na morte. Sei que ela vem. Já senti a morte de perto. Não em mim. Senti a morte de perto nos meus. E procuro conviver com ela através da memória.


Os que se foram continuam na minha memória e eu converso com eles. Minha mãe, meu pai, minha avó, minha mulher, meu irmão, meus amigos que se foram são meus referentes íntimos. 


Então, a morte existe, ela é parte da vida, é angustiante, não se sabe nunca quando ela vai ocorrer. Eu só peço que ela seja indolor. Não sei se será.
Ninguém sabe como e quando vai morrer. Pessoalmente, tenho mais medo do sofrimento que leva à morte do que da morte propriamente dita.


 
SENTIDO DA VIDA
 
Aos 80 anos creio que cada um cria o sentido de sua vida.  Cada um tem que tentar criar o seu sentido.
  Esse caminho da literatura me contagiou e me levou à política.


Passei a vida inteira tentando entender melhor a sociedade, os mecanismos que podem levar a uma sociedade mais decente, como digo hoje, não apenas mais rica, e sim mais decente.


Tem que haver, é claro, algum grau de riqueza, senão a miséria, a escassez predomina e então não   se tem nem liberdade nem igualdade. A escassez é a luta, a guerra pela sobrevivência.

 Tem que haver um certo bem-estar material. Além disso, porém, é preciso criar uma condição humana de dignidade, de decência, de aceitação e respeito pelo outro.


Tentei entender isso do ponto de vista intelectual e fazer a mesma coisa do ponto de vista político. Então acho que dei um certo sentido à minha vida. Esse sentido tem que ser dado por cada um.

Não está dado que todos tenham que ter o mesmo sentido e haverá quem nunca encontre sentido na vida e fique batendo cabeça.

"Quando se vai ficando velho e, portanto,

mais maduro, você tem que valorizar

mais a felicidade, a amizade,

essas coisas que, no começo da vida,

parecem secundárias."


Essa angústia vai ser permanente. Não tem solução. É parte da condição humana. Não sabemos de onde viemos, não sabemos para onde vamos. Tampouco sabemos porque e para que estamos aqui.

O que não podemos é deixar que essa angústia da morte e da ausência de um destino claro nos paralise.


Cada um tem que inventar sua resposta. Cada um tem que dar sentido à sua vida.  Esse sentido não está dado. E vai sofrer para encontrar.


Uma resposta está no próprio convívio com os outros. Inclusive com os mortos.

Talvez isso arrefeça um pouco a angústia. Não se vive sem amizade, sem amor, sem adversidade.


Quando se vai ficando velho e, portanto, mais maduro, você tem que valorizar mais a felicidade, a amizade, essas coisas que, no começo da vida, parecem secundárias.

Embora eu tenha sempre me definido como mais intelectual do que como político, naverdade minha vida foi muito mais dedicada ao público.  Nunca fui uma pessoa voltada em primeiro lugar para alcançar o meu bem-estar. Eu tenho bem-estar. Diria que quase sempre tive bem-estar.

Mas esse não foi o meu valor.


 Eu a tive de alguma forma, nunca me senti infeliz. Eu me dediquei muito mais a ver a situação dos outros. De uma maneira modesta, sem proclamar. Nunca andei proclamando, sou solidário, sou do bem. Mas levei a vida inteira pensando no mundo, pensando na sociedade, pensando nas pessoas,  nos outros. O sentido que dei à minha vida foi construir isso.
---------------------------------------
Fonte: Fernando Henrique Cardoso – do texto: A soma e o resto: um olhar sobre a vida aos 80 anos

 

 

 

A SEMANA CHEGOU AO FIM...
O DIA ESTÁ ACABANDO...
E O FINAL DE SEMANA...
AAAHHHH O FINAL DE SEMANA ACABOU DE CHEGAR!!!! IUPPPIIII!!!!!
 
MAS LEMBRE... CUIDADO COM AS ESCOLHAS...

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta é uma anedota do Porto. São conhecidos os Portuenses, pela sua linguagem livre, com muitos palavrões à mistura, mas no Porto ninguém leva a mal.

Abracinhos,

Bau

 

 

O relógio na INBICTA - BRUTAL!!!

RELÓGIO


António mostra orgulhosamente o seu novo apartamento a um amigo, após um jantar bem regado.
Quando chegam a sala, o amigo repara numa enorme tampa de panela pendurada numa parede e pergunta:
- O que é aquilo?
António responde:
- É o meu relógio!
- E como funciona? - pergunta o amigo.
António pega num martelo e arregaça uma pancada enorme no gongo.
De repente, ouve-se do outro lado da parede:
- BAI PRÓ C……!...., GRANDESSÍSSIMO FILHO DA P… ......,  SAO DUAS HORAS DA MANHA!!!!!!

- Bês... num falha, carago!!!!

 

 

 

video

 

Abraço

Isabel

 

 

 

 

 

 

Abraço

Isabel

 

 

 

 

 

 

Magnificos trabalhos feitos em ferro . Espero que aprecie.

 

Abraço

Isabel

 

 



 

 

 

 

 

 

 

CONCEITO DE MEDIUNIDADE

J. Herculano Pires - Livro: Mediunidade

 

Médium quer dizer medianeiro, intermediário. Mediunidade é a faculdade humana, natural, pela qual se estabelecem as relações entre homens e espíritos. Não é um poder oculto que se possa desenvolver através de práticas rituais ou pelo poder misterioso de um iniciado ou de um guru. A Mediunidade pertence ao campo da comunicação. Desenvolve-se naturalmente nas pessoas de maior sensibilidade para a captação mental e sensorial de coisas e fatos do mundo espiritual que nos cerca e nos afeta com as suas vibrações psíquicas e afetivas. Da mesma forma que a inteligência e as demais faculdades humanas, a Mediunidade se desenvolve no processo de relação. Geralmente o seu desenvolvimento é cíclico, ou seja, processa-se por etapas sucessivas, em forma de espiral. As crianças a possuem, por assim dizer, à flor da pele, mas resguardada pela influência benéfica e controladora dos espíritos protetores, que as religiões chamam de anjos da guarda. Nessa fase infantil as manifestações mediúnicas são mais de caráter anímico; a criança projeta a sua alma nas coisas e nos seres que a rodeiam, recebem as intuições orientadoras dos seus protetores, às vezes vêem e denunciam a presença de espíritos e não raro transmitem avisos e recados dos espíritos aos familiares, de maneira positiva e direta ou de maneira simbólica e indireta. Quando passam dos sete ou oito anos integram-se melhor no condiciona-mento da vida terrena, desligando-se progressivamente das relações espirituais e dando mais importância às relações humanas. O espírito se ajusta no seu escafandro para enfrentar os problemas do mundo. Fecha-se o primeiro ciclo mediúnico, para a seguir abrir-se o segundo. Considera-se então que a criança não tem mediunidade, a fase anterior é levada à conta da imaginação e da fabulação infantis.

 

É geralmente na adolescência, a partir dos doze ou treze anos, que se inicia o segundo ciclo. No primeiro ciclo só se deve intervir no processo mediúnico com preces e passes, para abrandar as excitações naturais da criança, quase sempre carregadas de reminiscências estranhas do passado carnal ou espiritual. Na adolescência o seu corpo já amadureceu o suficiente para que as manifestações mediúnicas se tornem mais intensas e positivas. É tempo de encaminhá-la com informações mais precisas sobre o problema mediúnico. Não se deve tentar o seu desenvolvimento em sessões, a não ser que se trate de um caso obsessivo. Mas mesmo nesse caso é necessário cuidado para orientar o adolescente sem excitar a sua imaginação, acostumando-o ao processo natural regido pelas leis do crescimento. O passe, a prece, as reuniões para estudo doutrinário são os meios de auxiliar o processo sem forçá-lo, dando-lhe a orientação necessária. Certos adolescentes integram-se rápida e naturalmente na nova situação e se preparam a sério para a atividade mediúnica. Outros rejeitam a mediunidade e procuram voltar-se apenas para os sonhos juvenis. É a hora das atividades lúdicas, dos jogos e esportes, do estudo e aquisição de conhecimentos gerais, da integração mais completa na realidade terrena. Não se deve forçá-los, mas apenas estimulá-los no tocante aos ensinos espíritas. Sua mente se abre para o contato mais profundo e constante com a vida do mundo. Mas ele já traz na consciência as diretrizes próprias da sua vida, que se manifestarão mais ou menos nítidas em suas tendências e em seus anseios. Forçá-lo a seguir um rumo que repele é cometer uma violência de graves conseqüências futuras. Os exemplos dos familiares influem mais em suas opções do que os ensinos e as exortações orais. Ele toma conta de si mesmo e firma a sua personalidade. É preciso respeitá-lo e ajudá-lo com amor e compreensão. No caso de manifestações espontâneas da mediunidade é conveniente reduzi-las ao círculo privado da família ou de um grupo de amigos nas instituições juvenis, até que sua mediunidade se defina, impondo-se por si mesma.

 

O terceiro ciclo ocorre geralmente na passagem da adolescência para a juventude, entre os dezoito e vinte e cinco anos. É o tempo, nessa fase, dos estudos sérios do Espiritismo e da Mediunidade, bem como da prática mediúnica livre, nos centros e grupos espíritas. Se a mediunidade não se definiu devidamente, não se deve ter preocupações. Há processos que demoram até a proximidade dos 30 anos, da maturidade corporal, para a verdadeira eclosão da mediunidade. Basta mantê-lo em ligação com as atividades espíritas, sem forçá-lo. Se ele não revela nenhuma tendência mediúnica, o melhor é dar-lhe apenas acesso a atividades sociais ou assistenciais. As sessões de educação mediúnica (impropriamente chamadas de desenvolvimento) destinam-se apenas a médiuns já caracterizados por manifestações espontâneas, portanto já desenvolvidos.

 

Há ainda um quarto ciclo, correspondente a mediunidades que só aparecem após a maturidade, na velhice ou na sua aproximação. Trata-se de manifestações que se tornam possíveis devido às condições da idade: enfraquecimento físico, permitindo mais fácil expansão das energias perispiríticas; maior introversão da mente, com a diminuição de atividades da vida prática, estado de apatia neuropsíquica, provocado pelas mudanças orgânicas do envelhecimento. Esses fatores permitem maior desprendimento do espírito e seu relacionamento com entidades desencarnadas. Esse tipo de mediunidade tardia tem pouca duração, constituindo uma espécie de preparação mediúnica para a morte. Restringe-se a fenômenos de vidência, comunicação oral, intuição, percepção extra-sensorial e psicografia. Embora seja uma preparação, a morte pode demorar vários anos, durante os quais o espírito se adapta aos problemas espirituais com que não se preocupou no correr da vida. Esses fatos comprovam o conceito de mediunidade como simples modalidade do relacionamento homem-espírito. Kardec lembra que o fato de o espírito estar encarnado não o priva de relacionar-se com os espíritos libertos, da mesma maneira que um cidadão encarcerado pode conversar com um cidadão livre através das grades. Não se trata das conhecidas visões de moribundos no leito mortuário, mas de típico desenvolvimento tardio de mediunidade que, pela completa integração do indivíduo na vida carnal, imantado aos problemas do dia-a-dia, não conseguiu aflorar. A sua manifestação tardia lembra o adágio de que os extremos se tocam. A velhice nos devolve à proximidade do mundo espiritual, em posição semelhante à das crianças.

 

Na verdade, a potencialidade mediúnica nunca permanece letárgica. Pelo contrário, ela se atualiza com mais freqüência do que supomos, passa de potência a ato em diversos momentos da vida, através de pressentimentos, previsões de acontecimentos simples, como o encontro de um amigo há muito ausente, percepções extra-sensoriais que atribuímos à imaginação ou à lembrança e assim por diante. Vivemos mediunicamente, entre dois mundos e em relação permanente com entidades espirituais. Durante o sono, como Kardec provou através de pesquisas ao longo de mais de dez anos, desprendemo-nos do corpo que repousa e passamos ao plano espiritual. Nos momentos de ausência psíquica de distração, de cochilo, distanciamo-nos do corpo rapidamente e a ele retornamos como o pássaro que voa e volta ao ninho. A Psicologia procura explicar esses lapsos fisiologicamente, mas as reações orgânicas a que atribui o fato não são causa e sim efeito de um ato mediúnico de afastamento do espírito. Os estudos de Hipnotismo comprovam isso, mostrando que a hipnose interfere constantemente em nossa vigília, fazendo-nos dormir em pé e sonhar acordados, como geralmente se diz. A busca científica de uma essência orgânica da mediunidade nunca deu nem dará resultados. Porque a mediunidade tem sua essência na liberdade do espírito.

 

Chegando a este ponto podemos colocar o problema em termos mais precisos: a mediunidade é a manifestação do espírito através do corpo. No ato mediúnico tanto se manifesta o espírito do médium como um espírito ao qual ele atende e serve. Os problemas mediúnicos consistem, portanto, simplesmente na disciplinação das relações  espírito-corpo. É o que chamamos de educação mediúnica. Na proporção em que o médium aprende como espírito, a controlar a sua liberdade e a selecionar as suas relações espirituais, sua mediunidade se aprimora e se torna segura. Assim o bom médium é aquele que mantém o seu equilíbrio psicofísico e procede na vida de maneira a criar para si mesmo um ambiente espiritual de moralidade, amor e respeito pelo próximo. A dificuldade maior está em se fazer o médium compreender que, para tanto, não precisa tornar-se santo, mas apenas um homem de bem. Os objetivos de santidade perseguidos pelas religiões, através dos milênios, gerou no mundo uma expectativa incômoda para todos os que se dedicam aos problemas espirituais. Ninguém se torna santo através de sufocação dos poderes vitais do homem e adoção de um comportamento social de aparência piedosa. O resultado disso é o fingimento, a hipocrisia que Jesus condenou incessantemente nos fariseus, uma atitude permanente de condescendência e bondade que não corresponde às condições íntimas da criatura. O médium deve ser espontâneo, natural, uma criatura humana normal, que não tem motivos para se julgar superior aos outros. Todo fingimento e todo artifício nas relações sociais leva os indivíduos à falsidade e à trapaça. A chamada reforma - íntima esquematizada e forçada não modifica ninguém, apenas artificializa enganosamente os que a seguem. As mudanças interiores da criatura decorrem de suas experiências na existência, experiências vitais e consciências que produzem mudanças profundas na visão íntima do mundo e da vida.

 

Essa colocação dos problemas mediúnicos sugere um conceito da mediunidade que nos leva às próprias raízes do Espiritismo. A Mediunidade nos aparece como o fundamento de toda a realidade. O momento do Fiat, da Criação do Cosmos, é um ato mediúnico. Quando o espírito estrutura a matéria para se manifestar na Criação, constrói o elemento intermediário entre ele e a realidade sensível ou material. A matéria se torna o médium do espírito. Assim, a vida é uma permanente manifestação mediúnica do espírito que, por ela, se projeta e se manifesta no plano sensível ou material. O Inteligível, que é o espírito, o princípio inteligente do Universo, dá a sua mensagem inteligente através das infinitas formas da Natureza, desde os reinos mineral, vegetal e animal, até o reino hominal, onde a mediunidade se define em sua plenitude. A responsabilidade do Homem, da Criatura Humana, expressão mais elevada do Médium, adquire dimensões cósmicas. Ele é o produto multimilenar da evolução universal e carrega em sua mediunidade individual o pesado dever de contribuir para que a Humanidade realize o seu destino cósmico. A compreensão deste problema é indispensável para que os médiuns aprendam a zelar pelas suas faculdades.

29 de março de 2012

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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"Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem."

Lucas 23:34 

 

Como pôde Jesus, com o coração dilacerado pelo sofrimento, os olhos cobertos pelo próprio sangue e os pulmões ansiando pelo ar, falar em favor de alguns assassinos sem coração?

Isso está acima da minha compreensão.

Nunca, jamais, vi um amor como essa.

Se alguém já mereceu uma chance de vingança, essa pessoa foi Jesus.

Mas Ele não fez isso. Pelo contrário, morreu por todas as pessoas.

Como pôde fazer isso? Não sei.

Mas sei que, de repente, minha feridas parecem muito menos dolorosas. Minha mágoas e sentimento ruins se tornaram infantis.

 

 

 

"O bom pastor dá a sua vida pelos ovelhas."

João 10:11 

 

Jesus está em uma cruz. Ele está morrendo.

Cuspe e sangue se misturam e ressecam em Sua face, e Seus lábios estão rachados e inchados.

Os espinhos rasgam o couro cabeludo.

Os pulmões sofrem com uma dor aguda.

As pernas são tomadas de cãibras e não há ninguém que o salve, pois Ele está Se entregando em sacrifício.

Não são seis horas comuns...

Não é uma sexta-feira comum...

 

 

 

 "Ele é a paz (...) e destruiu a barreira, o muro de inimizade."

Efésios 2:14

 

Somos culpados. Ele é inocente.

Somos corruptos. Ele é puro.

Estamos errados. Ele está certo.

Ele não está naquela cruz por pecados que tenha cometido. Ele está ali por causa dos nossos pecados...