Art&MusicaLSlides® "INCÊNDIO GRAN-CIRCUS NORTE-AMERICANO - Niteroi - Dez. 1961"

INCÊNDIO GRAN-CIRCUS NORTE-AMERICANO

 

EM MEADOS DE DEZEMBRO DE 1961, NAQUELA TARDE DO DIA 17/12/1961 EM NITEROI-RJ ACONTECIA UMA DAS MAIORES TRAGEDIAS EM CIRCO NO BRASIL E NO MUNDO, QUANDO MAIS DE 300 PESSOAS ENTRE ADULTOS E CRIANÇAS MORRERAM QUEIMADAS E PISOTEADAS ERA UMA EPOCA EM QUE OS GRANDES CIRCOS PASSAVAM COM GRANDE FREQUENCIA NO NOSSO PAIS, TRAZENDO ALEGRIA AS CRIANÇAS E ADULTOS QUE SE DIVERTIAM COMO ÚNICA OPÇÃO DE LAZER NAQUELES TEMPOS.

OS RELATOS DA EPOCA DAVAM CONTA EM UM NUMERO VARIANTE EM 250 / 300 MORTOS NO ACONTECIDO. OS AUTORES DE TAL TRAGEDIA FORAM PRESOS E JULGADOS, FATOS QUE ESTÃO MAIS ADIANTE NESTA ABORDAGEM. SEMPRE GOSTEI MUITO DO MUNDO CIRCENSE ASSIM COMO MUITOS INTERNAUTAS FIZ VARIAS PESQUISAS E IREMOS MOSTRAR OS RELATOS DOS FATOS TIRADOS DE OUTROS SITES COLABORADORES.

O CIRCO SEMPRE FOI DIGO EU, UM DOS MAIORES ESPETACULOS DA TERRA E ATÉ HOJE ME ENCANTA VER UM CIRCO EM MINHA CIDADE E A MAIOR ALEGRIA, O CIRCO E E SEMPRE SERA APESAR DAS DIFICULDADES DOS DIAS ATUAIS O MAIOR ESPETACULO DA TERRA E DO MUNDO, E ESTE ESPETACULO JAMAIS IRA ACABAR. AS ABORDAGENS DOS FATOS LEVAM DESDE O SINISTRO ATÉ O MUNDO DA ESPIRITUALIDADE DO MEDIUM ESPIRITA CHICO XAVIER, E DO O PROFETA GENTILEZA QUE DE RICO EMPRESARIO SE DEDICOU APÓS O INCENDIO A PREGAÇÃO DA PAZ E SE INSTALOU NO LOCAL DA TRAGEDIA EM NITEROI. ENTRE UM FATO E OUTRO A TAMBEM O FAMOSO CIRURGIÃO PLASTICO IVO PITANGUY QUE ATENDEU CENTENAS DE FERIDOS E PROVOU A IMPORTANCIA DA CIRURGIA PLASTICA E DEU A ELE O RECONHECIMENTO INTERNACIONAL. NITEROI E HOJE UMA CIDADE TRAUMATIZADA COM CIRCOS DEVIDO A TRAGEDIA, QUE SE ABATEU SOBRE O MUNICIPIO. A cidade de NITEROI SÓ VOLTOU A VER UM NOVO CIRCO 14 ANOS DEPOIS DA TRAGÉDIA, EM 1975.

A SEGUIR OS RELATOS DA EPOCA DO INCENDIO EM CIRCO MATOU 300 PESSOAS NO RIO DE JANEIRODIA 17 DE DEZEMBRO DE 1961, O QUE PODERIA SER UMA AGRADAVEL TARDE CIRCENSE EM NITEROI-RJ TRANSFORMOU-SE N AMAIOR TRAGEDIA OCORRIDA EM CIRCO NO BRASIL, COM UM SALDO DE 300 MORTOS E 400 FERIDOS. VINTE MINUTOS ANTES DE TERMINAR O ESPETACULO DO GRAN-CIRCO NORTE AMERICANO, UM INCENDIO TOMOU CONTA DA LONA. EM TRES MINUTOS , O TOLDO , EM CHAMAS, CAIU SOBRE OS 2.500 ESPECTADORES. EM PANICO E COM MEDO DAS FERAS QUE SE AGITAVAM NAS JAULAS NOS FUNDOS DO CIRCO, UMA MULTIDÃO TENTOU FUGIR PELA PORTA CENTRAL DE SAIDA, UMA ARMAÇÃO EM FORMA DE TUNEL. CENTENAS DE PESSOAS MORRERAM QUEIMADAS E PISOTEADAS NO LOCAL. A SAIDA FOI OBSTRUIDA PELOS CORPOS AMONTOADOS. O INCENDIO FOI PROVOCADO POR ADILSON MARCELINO ALVES, O DEQUINHA, QUE CONFESSOU TER ATEADO FOGO A LONA.


MATERIA EXPLICATIVA RELACIONADA À MEDIUNIDADE


Tragédia no Circo (pelo espírito de Irmão X)Naquela noite, da época recuada de 177, o concilium de Lião regurgitava de povo. Não se tratava de nenhuma das assembléias tradicionais da Gália, junto ao altar do Imperador, e sim de compacto ajuntamento. Marco Aurélio reinava, piedoso, e, embora não houvesse lavrado qualquer resolução em prejuízo maior dos cristãos, permitira se aplicassem na cidade, com o máximo rigor, todas as leis existentes contra eles.Ninguém examinava necessidades ou condições. Mulheres e crianças, velhos e doentes, tanto quanto homens válidos e personalidades prestigiosas, que se declarassem fiéis ao Nazareno, eram detidos, torturados e eliminados sumariamente. Através do espesso casario, a montante da confluência do Ródano e do Saône, multiplicavam-se prisões, e no sopé da encosta, mais tarde conhecida como colina de Fourvière, improvisara-se grande circo, levantando-se altos tapumes em torno de enorme arena. As pessoas representativas do mundo lionês eram sacrificadas no lar ou barbaramente espancadas no campo, enviando-se os desfavorecidos da fortuna, inclusive grande massa de escravos, ao regozijo público. As feras pareciam agora entorpecidas, após massacrarem milhares de vítimas, nas mandíbulas sanguissedentas. Em razão disso, inventavam-se tormentos novos. Verdugos inconscientes ideavam estranhos suplícios.Senhoras cultas e meninas ingênuas eram desrespeitadas antes que lhes decepassem a cabeça, anciães indefesos viam-se chicoteados até a morte. Meninos apartados do reduto familiar eram vendidos a mercadores em trânsito, para servirem de escravos domésticos em províncias distantes, e nobres senhores tombavam assassinados nas próprias vinhas. Mais de vinte mil pessoas já haviam sido mortas. Naquela noite, a que acima nos referimos, anunciou-se para o dia seguinte a chegada de Lúcio Galo, famoso cabo de guerra, que desfrutava atenções especiais do Imperador por se haver distinguido contra a usurpação do general Avídio Cássio, e que se inclinava agora a merecido repouso. Imaginaram-se, para logo, comemorações a caráter. Por esse motivo, enquanto lá fora se acotovelavam gladiadores e trovadores, o patrício Álcio Plancus, que se dizia descendente do fundador da cidade, presidia a reunião a pedido do Propretor (magistrado abaixo do Juíz), programando os festejos. Além das saudações, diante dos carros que chegarão de Viena - dizia, algo tocado pelo vinho abundante, é preciso que o circo nos dê alguma cena de exceção... O lutador Setímio poderia arregimentar os melhores homens; contudo, não bastaria renovar o quadro de atletas... - A equipe de dançarinas nunca esteve melhor - aventou Caio Marcelino, antigo legionário da Bretanha que se enriquecera no saque. - Sim, sim... - concordou Álcio - instruiremos Musônia para que os bailados permaneçam à altura... - Providenciaremos um encontro de auroques (boi selvagem, bisão) - lembrou Pérsio Níger. - Auroques! Auroques!... - Clamou a turba em aprovação. - Excelente lembrança! - Falou Plancus em voz mais alta - mas, em consideração ao visitante, é imperioso acrescentar alguma novidade que Roma não conheça... - Um grito horrível nasceu da assembléia: - Cristãos às feras! Cristãos às feras! Asserenado o vozerio, tornou o chefe do conselho: - Isso não constitui novidade! E há circunstâncias desfavoráveis. Os leões recém-chegados da África estão preguiçosos... Sorriu com malícia. - Ouvi, porém, alguns companheiros, ainda hoje, e apresentaremos um plano que espero resulte certo. Poderíamos reunir, nesta noite, aproximadamente mil crianças e mulheres cristãs, guardando-as nos cárceres... E, amanhã, coroando as homenagens, ajuntá-las-emos na arena, molhada de resinas e devidamente cercada de farpas embebidas em óleo, deixando apenas passagem estreita para a liberação das mais fortes. Depois de mostradas festivamente em público, incendiaremos toda a área, deitando sobre elas os velhos cavalos que já não sirvam aos nossos jogos... Realmente, as chamas e as patas dos animais formarão muitos lances inéditos... - Muito bem! Muito bem! - Rugiu a multidão, de ponta a ponta da sala. - Urge o tempo - gritou Plancus - e precisamos do concurso de todos... Não possuímos guardas suficientes... E erguendo ainda mais o tom de voz: - Levante a mão direita quem esteja disposto a cooperar. Centenas de circunstantes, incluindo mulheres robustas, mostraram destra ao alto, aplaudindo em delírio. Encorajado pelo entusiasmo geral, e desejando distribuir a tarefa com todos os voluntários, o dirigente da noite enunciou, sarcástico e inflexível: - Cada um de nós traga um... Essas pragas jazem escondidas por toda parte... Caçá-las e exterminá-las é o serviço da hora...

***Durante a noite inteira, mais de mil pessoas, ávidas de crueldade, vasculharam residências humildes e, no dia subsequente, ao Sol vivo da tarde, largas filas de mulheres e criancinhas, em gritos e lágrimas, no fim de soberbo espetáculo, encontraram a morte, queimadas nas chamas alteadas ao sopro do vento, ou despedaçadas pelos cavalos em correria.

***Quase dezoito séculos passaram sobre o tenebroso acontecimento... Entretanto, a justiça da Lei, através da reencarnação, reaproximou todos os responsáveis, que, em diversas posições de idade física, se reuniram de novo para dolorosa expiação, a 17 de dezembro de 1961, na cidade brasileira de Niterói, em comovedora tragédia num circo.extraído do livro "Cartas e Crônicas", psicografia Francisco C. Xavier, pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos), texto de número "6", 9a. Edição pela FEP.

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