Art&MusicaLSlides® José Reis Chaves - "A IMUTABILIDADE DA MORAL VERDADEIRA, E A FALÊNCIA DAS OUTRAS - Jornal 'OTEMPO' - BH"
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terça-feira, 25 de outubro de 2011A IMUTABILIDADE DA MORAL VERDADEIRA, E A FALÊNCIA DAS OUTRAS *José Reis Chaves Há uma moral verdadeira, natural e imutável, e outras falsas, variáveis e oriundas, geralmente, de idéias religiosas erradas e supersticiosas. A moral verdadeira é inata. A criança, à proporção que vai crescendo, já a vai adquirindo automaticamente e de modo até imperceptível. Já a falsa moral é ensinada às crianças, de acordo, quase sempre, com a religião de seus pais. As religiões não têm culpa dos seus erros, pois a causa deles está no nível atrasado de evolução da humanidade do passado. Mas com o decorrer dos tempos e com a evolução sempre avançando, esses erros vão caindo num esvaziamento até desaparecerem por completo. Daí muitos pecados ou faltas do passado, hoje são considerados normais. Dá-se também o nome de moral positiva à falsa moral, no sentido de que ela é adicionada ou somada pelos homens à natural, divina e verdadeira. A moral natural ou divina é válida para todas as religiões, todos os tempos e para todos os povos. Ela consta do Código de Hamurabi, do Decálogo e dos demais códigos de leis existentes na história da humanidade. Um exemplo de moral natural ou divina é a condenação do homicídio, do incesto, do desrespeito à mulher do próximo, do roubo etc. E eu, particularmente, seguidor da moral evangélico-espírita incluo aqui o aborto provocado. E ainda podemos chamar de objetiva a moral natural ou divina, pois ela é acatada universalmente, o que não acontece com a moral positiva, que ainda poderia ser denominada de moral subjetiva, uma vez que ela é aceita por uns e negada por outros. Com a evolução acelerada – até parece que ela acompanha a expansão do Universo! –, as questões e costumes, que se apoiam na falsa moral, vão perdendo força e desaparecendo em todo o mundo. As mulheres católicas já não usam mais cobrir a cabeça dentro das igrejas, nem na hora da comunhão. Por um ensino paulino, a mulher não podia falar nada nas igrejas. Hoje, na ausência dos padres, elas pregam e, entre os protestantes e evangélicos, há até pastoras. O cristianismo e o judaísmo, no futuro, trocarão seu conceito de Deus de vingança, do "dies irae" (dia da raiva divina), pelo de Deus de amor e misericórdia infinitos, portanto, sem condenação e sem o falso inferno de Dante, que nunca existiu entre os grandes teólogos, embora eles sempre se mantenham em silêncio a respeito desse assunto, pois é mais interessante para eles o Zé Povinho achar que é verdadeiro o inferno de Dante, já que o povo medroso fica mais dócil! O inferno é o contrário dos céus, que é o Reino de Deus e que está dentro de nós mesmos, pontificou o Mestre dos mestres. E, se o Reino de Deus não estiver dentro de nós, é porque o inferno ainda está dentro de nós, ou seja, o baixo nível de evolução da moral verdadeira ainda domina em nós. Se Deus fosse o que os teólogos do passado, com seus erros e sua falsa moral, imaginaram e incutiram na cabeça das pessoas, Deus não seria o Pai infinitamente perfeito e amoroso de Jesus e de todos nós. Pelo contrário, esse Deus dos teólogos se igualaria, e até mesmo seria inferior ao pai terreno mais perverso, quando na verdade, Deus é amor e nos ama mais do que nós mesmos nos amamos. Só a moral baseada no Deus verdadeiro permanece, as outras passam! PS: Aos leitores de O TEMPO, da região de Araçatuba (SP), do dia 2- Obs.: Esta coluna, de Outros colunistas de O TEMPO: Miriam Leitão, Vittorio Medioli, Arnaldo Jabor, Dora Kramer, Laura Medioli, João Batista Libânio (teólogo Jesuíta), Elio Gaspari, Xico Sá, Luiz Carlos Bernardes, Torquato (USP), Luiz Aureliano, Gilda de Castro, Manoel Lobato, Murilo Badaró (Presidente da Academia Mineira de Letras), Robson Damasceno Reis, Cônego José Geraldo Vidigal de Carvalho, Teodomiro Braga, Ana Elizabeth Diniz, Trigueirinho, Leonardo Boff, José Dirceu (ex-ministro do Lula), Tostão e outros.
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