Muito interessante !

Abraço

isabel

Um Relato de Uma Experiência de Quase Morte -The Near-Death Experience- Por Mellen-Thomas Benedict.

A Reader publicado pela Routledge, Nova York, em 1996, de Mellen-Thomas Benedict.

Mellen-Thomas Benedict é um artista que sobreviveu a uma experiência de quase-morte em 1982. Ele permaneceu morto por mais de uma hora e meia após ter morrido de cancro. Na hora da sua morte ele saiu do corpo e foi para a luz. Ele estava curioso a respeito do universo, e foi levado para longe, para as profundezas remotas da existência e do além, para o vazio energético do nada que existe por detrás do Big Bang.

Durante a sua experiência, ele absorveu uma quantidade enorme de informações sobre a reencarnação. Por causa da sua experiência de quase-morte, ele trouxe de volta descobertas científicas. O Sr. Benedict tem estado profundamente envolvido com os mecanismos de comunicação celular e pesquisas sobre o relacionamento entre a luz e a vida que se chama Biologia Quântica.

O Sr. Benedict descobriu que as células vivas respondem muito rapidamente à estimulação de luz, e isto resulta entre outras coisas, numa cura de alta velocidade. Ele é um pesquisador, inventor e orador, com seis patentes nos Estados Unidos.

A experiência de quase-morte do Sr. Benedict foi re-impressa aqui com autorização dos autores. O seu livro excelente intitulado The Near-Death Experience: A Reader publicado pela Routledge, Nova York, em 1996, é altamente recomendável pelo webmaster.
Um pedaço da sua experiência quase-morte também aparece no livro de P. M. H. Atwater, Beyond the Light .

Sobre a experiência de Mellen, Dr. Ken Ring ressaltou, "A sua história é uma das mais extraordinárias dentro da extensa pesquisa que tenho feito sobre experiências de quase-morte."

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O relato:

"Em 1982 morri de cancro terminal. A doença era inoperável, e todos os tipos de quimioterapia que me davam faziam com que  ficasse cada vez mais vegetativo. 

Os médicos deram-me entre seis a oito meses de vida. Fui um obstinado por informações nos anos 70, e tornei-me cada vez mais desanimado por causa da crise nuclear, da crise ecológica e esses assuntos.

E, por não ter uma base espiritual, passei a acreditar que a natureza tinha cometido um engano e que nós provavelmente eramos um organismo canceroso no planeta. 

Não via nenhuma saída para os problemas que tínhamos criado para nós mesmos e para o planeta. E enxergava todos os humanos como sendo um cancro, já que era isso que eu tinha.

Foi isso que me matou. Cuidado com a sua visão do mundo. Ela pode voltar para si, especialmente se for uma visão do mundo negativa. 

Eu tinha uma visão gravemente negativa. Isto foi o que me conduziu à morte. Eu tentei vários métodos alternativos de cura, mas nada ajudou.

Então decidi que isto ficaria apenas entre mim e Deus. Na verdade nunca antes tinha aceite ou, sequer, falado com Deus. 

Não tinha nenhuma espiritualidade na época, mas comecei uma jornada para aprender espiritualidade e curas alternativas.

Li tudo o que pude e agarrei-me ao assunto, porque não queria ter uma surpresa quando chegasse ao outro lado. 

Comecei a ler sobre várias religiões e filosofias. Tudo era muito interessante e me deu uma esperança de que existia alguma coisa do outro lado.

Por outro lado, era um artista liberal que fazia vitrais e não possuía assistência médica. Então, todas as minhas economias desapareceram, do dia pra noite, em exames médicos. 

Enfrentei os médicos sem nenhum tipo de seguro. Não queria que a minha família se afundasse financeiramente e decidi lidar com isso sozinho.

Não tinha dores constantes, mas, de vez em quando, apagava. Fiquei de tal forma que nem me atrevia a conduzir e eventualmente ia parar no hospital. Acabei por contratar uma enfermeira privativa.

E fui abençoado por este anjo, que ficou junto a mim na fase terminal. Durei cerca de dezoito meses. Não quis tomar muitos remédios para ficar o mais consciente possível. 

E comecei a ter imensas dores. Era a única coisa que eu tinha na consciência, felizmente por poucos dias de cada vez.

Lembro-me de acordar um dia em casa por volta das 4:30 da manhã, sabendo que estava na fase final. Era este o dia em que eu ia morrer. Então, chamei uns amigos para me despedir.

Acordei a minha enfermeira e disse-lhe. Tinha um acordo particular com ela em como ela deixaria o meu corpo morto sozinho por umas seis horas, porque eu tinha lido que muitas coisas interessantes acontecem quando morremos. 

Voltei a adormecer. O que me lembro, a seguir, é o começo de uma típica experiência quase-morte.

Subitamente, estava totalmente consciente e de pé, mas o meu corpo permanecia inerte na cama. Existia uma escuridão à minha volta. A experiência de estar fora do corpo foi mais vívida do que as experiências ordinárias. 

Foi tão vívida que eu podia ver cada canto da casa, o topo da casa, eu podia ver em volta da casa, eu podia ver debaixo da casa.

De repente vi uma luz a brilhar. Virei-me na sua direcção. A luz era muito similar com o que muitas outras pessoas tinham descrito nas suas experiências quase-morte. A Luz é magnífica! É tangível, você pode senti-la. É atraente, você quer ir para ela da mesma forma como iria para os braços da sua mãe ou do seu pai.

Na medida em que fui me movendo para a luz, eu senti, intuitivamente, que se fosse até lá, estaria morto.

Então, à medida em que me ia movendo para a luz, disse, "Por favor, espere um pouco, espere um segundo. Eu quero reflectir sobre isto; eu gostaria de conversar consigo antes de ir."

Para meu espanto, toda aquela experiência parou naquele preciso momento.

Você tem controle na sua experiência quase-morte. Isto não é como um passeio na montanha-russa. Então, o meu pedido foi honrado e eu tive alguma conversas com a luz.

A luz estava sempre transformando-se em figuras como Jesus, Buda, Krishna, mandalas (imagens arquetípicas e simbólicas).

Eu perguntei-lhe: "o que está a acontecer? Por favor, luz, esclareça-me. Eu realmente quero saber a verdade sobre esta situação."

Não tenho palavras exactas para transmitir porque foi um tipo de telepatia. A luz respondeu. A informação que foi transferida para mim foi que as nossas crenças dão forma ao tipo de feedback que obtemos diante da luz. 

Se você for Budista ou Católico ou Fundamentalista, você terá um feedback relacionado com o que você acredita. Você tem uma oportunidade de olhar e examinar as coisas, mas a maioria das pessoas não faz isso.

Enquanto a luz se revelava para mim, eu dei-me conta que o que eu realmente estava a ver era uma matriz do nosso Eu Superior. 

O que eu posso dizer é que “aquilo” transformou-se numa matriz, numa mandala de almas humanas, e o que eu percebi foi que o que nós chamamos de Eu Superior em cada um de nós é, na verdade, uma matriz. 

E é também um canal condutor para a Fonte; cada um de nós vem directamente de lá, como uma experiência directa da Fonte ou Deus.

Todos temos um Eu Superior, Presença EU SOU ou uma parte além-alma. Ela revelou-se para mim na sua forma mais verdadeira. 

A única forma que eu encontrei para descrever isto é que o Eu Superior é como um canal. Ele não parece um canal mas é uma conexão directa com a Fonte que todos nós temos. 

Nós estamos directamente conectados com a fonte com o Poder Divino.

A luz estava a mostrar-me a matriz do Eu Superior. E ficou bem claro para mim que todos os Eus Superiores estão conectados como um só ser, todos os humanos estão conectados como um só ser, nós somos, na verdade, o mesmo ser, diferentes aspectos do mesmo ser. Independententemente de credos ou religiões.

Este foi o meu feedback. Eu vi a mandala, a figura que sintetiza a reunião de todos os seres humanos . É a coisa mais linda que já vi. Dirigi-me até ela e foi simplesmente magnífico, avassalador. 

Era como se todo o amor que você sempre quis estivesse ali. Aquele tipo de amor que cura, que cicatriza, que regenera.

Enquanto eu pedia que a luz continuasse explicando, eu entendi o que é a matriz do Eu Superior ou Presença Divina. 

Nós temos uma rede em volta do planeta onde todos os Eus Superiores estão conectados. São as Mónadas, as matrizes espirituais, que integram todas as almas no seu aspecto superior ou divino.

É como uma grande companhia, um nível de energia subtil que está próximo, o nível espiritual, pode-se dizer. Então, após alguns minutos, eu pedi mais esclarecimento.

Eu realmente queria saber sobre o universo, e naquele momento eu estava pronto para saber.

Eu disse, "Estou pronto, pode levar-me."

Então a luz transformou-se na coisa mais linda que já vi até hoje: a mandala de almas humanas neste planeta.
E eu com a minha visão negativa sobre o que aconteceu no planeta.

Conforme pedia para luz me continuar a esclarecer, vi nessa mandala como todos nós somos lindos na nossa essência, no nosso núcleo. Nós somos as mais lindas criações,verdadeiros anjos luminosos.
 
A alma humana, a matriz humana ou Mónada, da qual todos fazemos parte é absolutamente fantástica, requintada, exótica, tudo. 

Eu não tenho palavras para expressar como este instante mudou a minha visão do ser humano.

E disse, "Oh, Deus, eu não sabia o quanto somos belos!"

Em qualquer nível, alto ou baixo, em qualquer forma que você esteja, você é a criação mais linda, sim.

Fiquei estupefacto ao perceber que não existe nada de mau em nenhuma alma. Ela é, na sua essência pura, divina, resplandecente. 

E perguntei, "Como pode ser?"

E a resposta foi que nenhuma alma é ruim por natureza. As coisas terríveis que acontecem com as pessoas podem levá-las a fazer coisas ruins, mas suas almas não são más. 

O que todas as pessoas procuram, e o que as sustenta, é o amor, o amor divino, disse-me a luz.
O que distorce as pessoas é, simplesmente, a falta de amor.

As revelações provindas da luz pareciam não ter fim. Então, perguntei, "Isto quer dizer que a raça humana será salva?" 

E a Grande Luz falou, ao som de um tipo de toque de trombetas e com uma chuva de luzes espiraladas, "Lembre-se disto e nunca se esqueça: você salva, redime e cura-se a si mesmo.
 
Sempre pôde fazer isto e sempre poderá. Você foi criado com este poder, desde antes do começo do mundo."

Naquele momento fui mais longe. Entendi que NÓS JÁ FOMOS SALVOS, e nós nos salvamos porque fomos feitos para a auto-correção, assim como o resto do universo de Deus. Este é o porquê da segunda vinda. 

Eu agradeci à Luz de Deus com todo o meu coração.
A melhor coisa que pude proferir foram estas palavras simples de agradecimento pleno:
"Oh Deus amado, Universo querido, amado Ser Superior, eu amo a minha vida."

A luz parecia respirar em mim ainda mais profundamente. Era como se a luz me estivesse a absorver completamente. 

O amor que a luz é, é algo indescritível. Eu penetrei numa outra realidade, mais profunda que a anterior, e percebi algo muito, muito maior.
 
Era um fluxo de luz, vasto e repleto, no meio do coração da vida. Perguntei o que era aquilo. A luz respondeu, "Este é o RIO DA VIDA.  Beba desta água manancial para satisfazer o seu coração."

E assim fiz. Bebi um grande gole e depois mais um. Beber da própria vida! Fiquei em êxtase. E, então, a luz disse, "Você tem um desejo."

A luz sabia tudo sobre mim, o passado, presente e futuro. "Sim!", sussurrei. Pedi para ver o resto do universo; além do nosso sistema solar, além de toda a ilusão humana. 

A luz, então, disse-me que poderia ir com o Rio. E lá fui, sendo carregado através da luz para o fim do túnel. Eu senti e ouvi uma série de estrondos sonoros muito suaves.

Que enxurrada! De repente, parecia que estava a ser lançado para fora do planeta no rio da vida e vi a Terra voar para longe. 

O sistema solar, com todo seu esplendor, passou por mim a toda velocidade e desapareceu.

Mais rápido que a velocidade da luz, voei através do centro da galáxia, absorvendo cada vez mais conhecimento. 

Aprendi que esta galáxia, e todo o universo, estão abarrotados das mais variadas espécies de VIDA. Vi muitos mundos. A boa notícia é que não estamos sós neste universo!

Conforme viajava por este fluxo de consciência através do centro da galáxia, o fluxo expandia-se em imponentes ondas fractais de energia. 

Os super-conglomerados de galáxias com toda a sua sabedoria ancestral passaram por mim. Aquilo foi uma maravilha inimaginável! Eu estava realmente a sentir-me como uma criança extasiada, um bébé no mundo da fantasia!

Parece que todas as criações do universo passavam a voar por mim e desapareciam num ponto de luz. Quase imediatamente, surgiu uma segunda luz.

Ela vinha de todos os lados e era bem diferente; uma luz composta por mais do que todas as frequências do universo.

E, novamente, senti e ouvi um monte de estrondos sonoros suaves. A minha consciência, ou o meu ser, estava a expandir-se para todo o universo holográfico e para além dele.

Conforme passava pela segunda luz, dei-me conta de que tinha transcendido a verdade. Estas são as melhores palavras que eu encontrei, mas vou tentar explicar melhor. 

Conforme passava através da segunda luz, expandi-me, cresci para além da primeira luz.
Encontrei-me num profundo estado de quietude, além de todo e qualquer silêncio. 

Pude ver, ou perceber, o ETERNO, além do infinito. Eu era o vazio. Eu estava na pré-criação, antes do Big Bang.  Eu tinha ultrapassado o começo do tempo, a primeira palavra, a primeira vibração. Estava no centro da criação!

Senti-me como se estivesse a tocar a face de Deus. Não foi um sentimento religioso. Eu estava, simplesmente, em harmonia com a vida absoluta e com a consciência.

Quando digo que pude ver ou perceber o eterno, quero dizer que pude vivenciar toda a criação gerando-se. Não tinha começo nem fim. 

Este é um pensamento que desafia a mente, não é? Os cientistas vêem o Big Bang como um único episódio que criou o universo.  Eu vi que o Big Bang é apenas um de um número infinito de Big Bangs que criam universos infinita e simultaneamente ou vários universos de uma só vez.

A única imagem que chega um bocadinho perto disto, em termos humanos, seriam aquelas criadas pelos supercomputadores que usam equações geométricas fractais. 

Os povos ancestrais sabiam disso. Eles diziam que a Mente de Deus criava universos novos periodicamente, através da expiração, e descriava (de-creating) outros universos através da inspiração. Estes períodos, ou épocas eram chamados de Yugas ou eras.

A ciência moderna chamou-os de Big Bang. Eu estava na consciência pura e absoluta. Podia ver, ou perceber, todos os Big Bangs ou Yugas criando-se e descriando-se. 

Nesse instante, entrei em todos eles simultaneamente. Vi que toda e qualquer parte da criação tem o poder de criar.  É muito difícil tentar explicar isto. Eu ainda não encontro, não tenho palavras.

Depois do meu regresso fiquei anos assimilando a experiência do vazio. E o que posso dizer é que o vazio é, ao mesmo tempo, menos do que nada e mais do que tudo que existe. 
O vazio é o zero absoluto, o caos formando todas as possibilidades. É a consciência absoluta, ainda mais do que a inteligência universal.

Onde está o vazio? Já sei. Está dentro e fora de tudo. Neste momento, enquanto vive, você está sempre dentro e fora do vazio simultaneamente.
Não precisa de ir a lugar especifico, nem morrer para chegar lá. O vazio é o vácuo, ou o nada, entre todas as manifestações físicas.
O ESPAÇO entre átomos e os seus componentes. A ciência moderna começou a estudar esse espaço entre tudo. Eles denominaram-no de Ponto Zero.

Sempre que eles tentaram medi-lo, chegavam à conclusão que não tinham instrumentos com escalas compatíveis, infinitas, por assim dizer. 
No seu corpo e no Universo existem muito mais 'Pontos Zeros' do que qualquer outra coisa!

O que os místicos chamam de vazio não é vazio. É cheio de energia, uma energia diferente, que criou tudo o que somos. 

Tudo desde o Big Bang é vibração, desde a primeira palavra, que é a primeira vibração. O "Eu Sou" bíblico realmente tem um ponto de interrogação depois. "Eu Sou? O que Sou Eu?"

Então, a criação é Deus explorando-se a Si Próprio através de tudo o que se possa imaginar, numa contínua e infinita exploração através de cada um de nós. 

Através de cada fio de cabelo das nossas cabeças, através de cada folha em cada árvore, através de cada átomo, Deus está a explorar-se a Si Mesmo, o grande "Eu Sou". 

Comecei a vislumbrar que tudo o que é, literalmente é o Eu (Self); o seu Eu (your Self), o meu Eu (my Self). Tudo é o grande Eu, tudo compõe o UM e é o UM, o grande, o todo infinito.

É por isso que até quando uma folha cai Deus sabe. Isto porque onde quer que você esteja, é esse o centro do universo.  Em qualquer lugar em que qualquer átomo estiver, esse é o centro do universo. Deus está lá e Deus está no vazio.

Enquanto eu estava a explorar o vazio, e todos os yugas ou eras das criações, eu estava totalmente fora das nossas concepções de tempo e espaço.
E descobri, nesse estado expandido, que a criação é pura consciência absoluta, ou Deus, vindo para a experiência da vida que conhecemos. 

O vazio em si é destituído de experiência. Ele é pré-vida, antes da primeira vibração. A Mente de Deus é mais do que vida e morte. 

Portanto existem muitas coisas, para além de vida e morte, para se experienciar no universo!

Eu estava no vazio e estava consciente de tudo o que já foi criado. Era como ver com os olhos de Deus. 
De repente não era mais eu. A única coisa que posso dizer é que estava a ver com os olhos de Deus. E subitamente, eu soube o porquê de cada átomo e pude vislumbrar tudo. 

O interessante foi que fui para o vazio e voltei com o entendimento de que Deus não está lá. ELE está em tudo.
Deus está aqui. É isto. Então, a busca constante da raça humana de ir para fora para achar Deus......Deus deu-nos tudo, tudo está aqui, é aqui que está. 

E o que nós estamos a viver agora é a exploração de Deus sobre Si mesmo em nós. 

As pessoas estão tão ocupadas tentando tornar-se Deus que elas deveriam entender que nós já somos Deus e Deus está se transformando em nós. É exactamente isso.

Quando entendi isto, já estava satisfeito com o vazio e queria retornar a esta criação , ou yuga. Parecia a coisa mais natural a ser feita. 

Então, de repente voltei através da segunda luz, ou Big Bang, e escutei mais alguns estrondos.

Vim pelo rio da consciência, de volta para toda a criação. Que passeio! Os super conglomerados de galáxias passaram por mim dando-me, ainda, mais insights. 

Passei pelo centro da nossa galáxia, que é um buraco negro.
Buracos negros são os grandes processadores ou recicladores do universo. Você sabe o que existe do outro lado de um buraco negro? 
Somos nós, a nossa galáxia,  que foi reprocessada dum outro universo. Na sua configuração energética total, a galáxia parecia uma fantástica cidade de luzes. 

Toda a energia deste lado do Big Bang é luz.
Cada sub-átomo, átomo, estrela, planeta, até a própria consciência é feita de luz e tem uma frequência e/ou partícula. 

Luz é uma coisa viva. Tudo é feito de luz, até as pedras. Então tudo está vivo. Tudo é feito da luz de Deus, tudo tem inteligência.

Conforme vinha pelo rio, avistei uma enorme luz a aproximar-se. Sabia que era a primeira luz, a matriz do Eu Superior do nosso sistema solar. Então o sistema solar inteiro apareceu na luz, acompanhado de um daqueles suaves estrondos.

Vi que o sistema solar no qual vivemos é o nosso maior corpo. Este é o nosso corpo local e somos muito maiores do que imaginamos. 

Vi que o sistema solar é o nosso corpo. Sou uma parte dele e a Terra é um grande ser criado, a Terra somos nós, e nós somos parte dela e ela sabe que é assim.

Mas nós somos apenas uma parte dela. Nós não somos tudo, mas somos uma parte consciente. 

Pude vislumbrar toda a energia que esse sistema solar gera e é um show de luzes inacreditável! Pude escutar a Música das Esferas . 
O nosso sistema solar, assim como todos os corpos celestes, gera uma matriz única de luz, som e energias vibracionais.

Civilizações avançadas de outros sistemas estelares podem localizar vida no universo na forma que a conhecemos pela vibração ou padrão matricial, como se se tratasse duma brincadeira de crianças. 

As crianças da Terra (seres humanos) produzem, neste momento, um som abundante, como crianças a brincarem no quintal do universo.

Fui pelo rio até ao centro da luz. Senti-me abraçado por ela conforme ela ia me levando, novamente, para dentro da sua respiração, seguido por mais um estrondo.

Estava na grande luz de amor com o rio da vida fluindo através de mim. E tenho que dizer de novo, esta é a luz mais amorosa e sem julgamentos que existe. É o pai-mãe ideal para a sua criança.

"E agora?" perguntei.

A luz explicou-me que não existe morte, somos seres imortais. Nós estivemos vivos desde sempre. E compreendi que fazemos parte de um sistema vivo que, eternamente, se recicla.

Ninguém me disse que tinha de voltar. Eu, simplesmente, soube que voltaria. Era natural, a partir do que tinha visto. 

Não sei quanto tempo fiquei com a luz, em tempo humano. Mas chegou uma altura em que me apercebi que todas as minhas questões tinham sido respondidas do outro lado. 
Todas as minhas perguntas tinham sido respondidas. Cada ser humano tem uma vida diferente e perguntas diferentes.
Algumas das nossas perguntas são universais, mas cada um de nós explora aquilo a que chamamos vida de uma forma própria. 

E assim é com todas as formas de vida, de montanhas até cada folha em cada árvore.
E isso é muito importante para todos nós neste universo. Porque tudo contribui para a Grande Figura, a totalidade da vida. 

Nós somos literalmente Deus explorando-se a Si Mesmo na dança infinita da vida. A peculiaridade de cada um contribui para toda a existência.

Enquanto retornava para o ciclo da vida, nem me passou pela cabeça, e também ninguém me disse, que eu retornaria para o mesmo corpo. 

E também não me importava. Eu tinha total confiança na luz e no processo da vida. 

Conforme o rio se fundiu com a grande luz, pedi para nunca esquecer as revelações e as sensações que tinha aprendido do outro lado.

E ouvi um "Sim". Foi como um beijo na minha alma.

Então, fui conduzido de volta pela luz na realidade vibratória. O processo inteiro reverteu-se, até com mais informação a ser transmitida para mim. 

Voltei para casa, e estava a ter lições sobre os mecanismos da reencarnação. 

Estava a obter respostas para todas aquelas pequenas perguntas que eu tinha: "Como é que isto funciona? Como é que aquilo funciona?" Eu sabia que reencarnaria.

A Terra é uma grade reprocessadora de energias. Tudo se faz a partir do interior de cada um. Eu pensei em mim como um humano pela primeira vez, e fiquei feliz por sê-lo.

Depois de tudo o que vi, já ficaria feliz por ser um átomo no universo.
Um átomo. Imagine ser a parte humana de Deus...essa é a bênção mais fantástica! É uma benção que está muito além da maior expectativa do que uma benção pode ser. Para cada um de nós, ser a parte humana dessa experiência é algo imponente, magnífico. Cada um de nós, independentemente de onde estivermos, com problemas ou não, é uma benção para o planeta, independentemente de onde estivermos.

Então, passei pelo processo de reencarnação esperando ser um bébé num outro local. Mas eu estava a receber uma lição sobre como a identidade individual e a consciência se desenvolvem. E eu reencarnei, de volta, a este meu corpo.

Fiquei tão surpreso quando abri os meus olhos. E não sei porquê, porque já tinha entendido isso, mas ainda assim foi uma surpresa estar de volta neste corpo, de volta ao meu quarto, com alguém debulhando-se em lágrimas por cima de mim. Era a minha enfermeira. 

Ela desistiu uma hora e meia após me encontrar morto. Ela teve a certeza de que eu estava morto, todos os sinais de morte estavam lá, o meu corpo já estava a ficar rígido.

Não sabemos há quanto tempo estava morto, mas sabemos que passou uma hora e meia desde que fui encontrado. 

Ela tinha respeitado o meu desejo de deixar o meu corpo recém-falecido a sós por umas horas, o máximo que ela pudesse. 

Nós tínhamos um estetoscópio amplificado e muitas maneiras de analisar as funções vitais do corpo para ver o que estava a acontecer.
Ela pode verificar que eu estava morto, mesmo morto.

Não foi uma experiência de quase-morte. Eu experienciei a morte por, no mínimo, uma hora e meia. Ela encontrou-me morto e olhou para o estetoscópio, tensão arterial e monitor cardíaco durante uma hora e meia. 

Então, acordei e vi luz do lado de fora. Tentei levantar-me para ir em direcção a ela, mas caí da cama. Ela ouviu o barulho, entrou a correr e viu-me caído no chão.

Quando recuperei, estava muito surpreso e ainda atónito sobre o que tinha acontecido comigo. No início toda a memória da viagem que eu tinha feito não existia. 

Eu continuava a escorregar para fora deste mundo e continuava a perguntar, "Será que estou vivo?" Este mundo parecia mais um sonho do que o de onde tinha vindo.

Passados três dias estava a sentir-me, novamente, normal, com uma clareza e lucidez bem diferentes da que tinha anteriormente.


As lembranças da viagem voltaram  passado um tempo. Já não conseguir ver os humanos como anteriormente, já não via nada de mal neles. Antes disto acontecer, eu costumava fazer muitos julgamentos. 

Eu achava que muitas pessoas eram problemáticas, na verdade todos eram problemáticos, menos eu. Mas acabei por curar-me disso.

Cerca de três meses depois, um amigo disse-me que deveria fazer exames e assim fiz. Estava a sentir-me muito bem, mas fiquei com medo de receber más notícias. 

Recordo-me do médico da clínica olhar para os meus exames anteriores e para os de agora, e dizer "Bem, você não tem nada."
Na altura exclamei, "A sério? Isso é um milagre!"

Ele respondeu, "Não é um milagre, são coisas que podem suceder. N´s apelidamo-las de remissões espontâneas."

O médico não estava impressionado com o que via, mas foi um milagre, e eu fiquei impressionado, mesmo que mais ninguém o estivesse. O mistério da vida tem muito pouco a ver com a inteligência. 

O universo não é um processo intelectual. O intelecto ajuda, é brilhante, mas agora é só isso que nós usamos para processar a informação, ao invés de usarmos os nossos corações, a nossa parte mais sábia.

O centro da terra é um grande transmutador de energia, como vemos em filmes sobre o campo magnético da terra. 
Esse é nosso ciclo, atraindo almas reencarnadas de volta e completando novamente o ciclo. Um sinal de que se está a atingir o nível humano surge quando se começa a desenvolver uma consciência individual.

Os animais têm uma alma grupal, e eles reencarnam em grupos de almas. Um veado será um veado para sempre. 

Mas ao tornar-se um humano, não importa se um humano deformado ou um génio, é sinal de que você está no caminho do desenvolvimento de uma consciência individual. Isto faz parte da consciência de grupo à qual chamamos humanidade.

Eu vi que as raças são conglomerados de personalidades. Nações como a França, Alemanha e a China têm cada uma a sua personalidade. 

Cidades têm personalidades, elas têm grupos de almas que atraem certas pessoas. Famílias têm grupo de almas.

A personalidade individual está a desenvolver-se como ramificações de um fractal: a alma grupal explora-se na nossa individualidade. As diferentes questões que cada um de nós tem são muito muito importantes. 

Esta é a forma pela qual a Mente de Deus se explora a si mesma, através de nós. Então, faça as suas perguntas, realize as suas pesquisas.
 Encontrará o seu Eu e encontrará Deus neste Eu, porque só existe o Eu. Nós estamos Nele.

Mais, eu comecei a ver que cada um de nós, humanos, somos almas-gémeas. Nós somos parte da mesma alma que se fragmenta (fractaling) em diversas e criativas direcções, mas sendo sempre a mesma alma. 

Agora, quando olho para qualquer ser humano, vejo uma alma-gémea, minha alma-gémea, aquela que eu sempre procurei. 

Além disso, a maior alma-gémea que irá encontrar é você mesmo. Somos todos masculinos e femininos.

Nós vivemos isso no útero e nos estágios de reencarnação. Se você está à procura duma alma-gémea fora de você, pode ser que não a encontre, pois ela não está lá. 

Assim como Deus não está "lá". Deus está aqui. Não procure Deus fora de si. Procure Deus aqui, dentro de si. Olhe para o seu Eu. Comece pelo maior caso de amor que teve...consigo mesmo. A partir daí passará a amar tudo.

Fiz uma descida também ao que vocês chamariam de inferno, e foi muito surpreendente. pois não encontrei satanás ou o mal. 

A minha descida ao inferno foi uma descida à miséria humana, à ignorância e à escuridão do não-saber dentro de cada um. Parecia uma eternidade de miséria.

Mas cada uma das milhões de almas à minha volta tinha uma pequena estrela de luz sempre disponível.  Contudo, ninguém lhe prestava atenção. Estavam consumidos pela sua própria dor, trauma e miséria. 

Mas, após o que parecia uma eternidade, comecei a buscar aquela luz, como uma criança pedindo a ajuda dos pais.

Então a luz abriu-se, formando um túnel que desceu na minha direcção isolando-me daquele medo e daquela dor. Isto é o que o inferno realmente é.

Então, o que estamos a fazer é a aprender a dar as mãos, a unirmo-nos. As portas de saída do inferno estão, neste momento, abertas. Nós vamos unir-nos, dar as mãos e sair do inferno juntos.

A luz veio até mim e transformou-se num enorme anjo dourado. Eu perguntei, "Você é o anjo da morte?" 

Ele disse-me que era a minha alma superior, a minha matriz do Eu Superior, uma parte super-antiga dos nossos seres. Então, fui levado para a Luz. 

Brevemente, a nossa ciência irá quantificar o espírito. Não será maravilhoso? Estão a surgir aparelhos que são sensíveis à energia subtil ou espiritual.

Os físicos utilizam os aceleradores de partículas para esmagar os átomos e ver do que eles são feitos. Eles chegaram aos quarks, charms, e a muito mais. 

Um dia eles chegarão àquilo que mantém tudo isso junto e serão obrigados a chamar a isso: Deus.

Com os aceleradores de partículas, eles não vêem apenas o que está aqui, mas estão a criar partículas.
Graças a Deus a maioria delas tem vida curta de milisegundos e nanosegundos. Nós apenas estamos a comçar a entender que nós também criamos à medida que caminhamos.

Como eu vi a eternidade, eu vim para uma realidade na qual existe um ponto em que passamos todo o conhecimento e começamos a criar o próximo fractal. 

Temos o poder de criar conforme vamos explorando. E isso é Deus expandindo o seu ser através de nós.

Desde o meu retorno venho a sentir, espontaneamente, a luz e aprendi a ir para aquele espaço em qualquer altura na minha meditação. 

Cada um de nós pode fazer isto. Já está no seu equipamento, já estamos capacitados para tal. O corpo é a luz mais maravilhosa que existe.

O corpo é um universo de uma luz incrível. O Espírito não está a forçar-nos a dissolver o corpo. Não é isso que está a suceder. 

Pare de tentar tornar-se Deus, pois ele está em cada um de nós, aqui. A mente é como uma criança a correr pelo universo, exigindo e pensando que criou o mundo. Mas eu pergunto à mente: "O que é que a sua mãe tem a ver com isto?

Este é o próximo nível de consciência espiritual. Ah, a minha mãe! De repente você desiste do ego, porque você não é a única alma do universo.

Uma das perguntas que eu coloquei à luz foi, "o que é o céu?" Eu ganhei, como presente, um tour por todos os céus que foram criados: os Nirvanas, os Campos da Fartura, todos. 

Passei por todos eles. São formas-pensamento que nós criamos. Nós não vamos realmente para o céu, nós somos reprocessados.

Mas seja o que quer que criemos, nós deixamos uma parte de nós lá. É real, mas não é a alma toda. Eu vi o céu cristão. 

Espera-se que seja um lugar lindo ficando nós à frente dum trono, em eterna veneração. Eu tentei. É chato! É só isso que iremos fazer? É infantil demais.

Não pretendo ofender ninguém. Alguns céus são bem interessantes e outros são muito chatos. Eu achei os céus dos povos ancestrais mais interessantes, como o dos índios norte-americanos, os Campos da Fartura. Os egípcios têm céus fantásticos. E assim por diante.

Existem tantos... Em cada um deles existe um fractal que é a sua interpretação pessoal, a não ser que você faça parte do grupo de almas que acredita apenas no Deus daquela religião particular. Estamos muito juntos, no mesmo estádio de baseball. Mas mesmo assim, cada um é um pouco diferente. Uma parte de si, você deixa lá. Morte é vida, não é céu.

Eu perguntei a Deus, "Qual é a melhor religião do planeta? Qual a que está correcta?"

E a mente de Deus disse, com muito amor, "Não me importo."

Isto foi uma graça incrível. Isto significa que nós somos seres que nos importamos. Mas o Deus poderoso de todas as estrelas diz, "Não importa em que religião você acredita."

Elas vêm e vão, elas mudam. O Budismo não esteve sempre aqui, o Catolicismo não esteve sempre aqui, e todas elas estão prestes a ficar mais iluminadas. Mais luz está a ser direcionada, agora, para todos os sistemas.

Haverá uma reforma na espiritualidade que será tão dramática quanto a reforma protestante. 

Muitas pessoas vão discutir e brigar por causa disso, uma religião contra a outra, acreditando que só a sua é que está certa.

Todo o mundo pensa que é dono de Deus, as religiões e as filosofias, especialmente as religiões, porque elas formam grandes organizações acerca da sua filosofia. 

Quando Deus disse "Não me importo", entendi imediatamente que somos nós quem se deve importar.
É importante, visto sermos os 'cuidadores'. 

Para nós importa e isso é que é importante. O que temos é uma equação de energia na espiritualidade. 

Em última instância Deus não se importa se você é Protestante, Budista ou seja lá o que for. Isto é apenas uma faceta do todo.

Eu adoraria que todas as religiões entendessem isto e deixassem os outros Serem. Não é o fim das religiões, apenas estamos a falar do mesmo Deus. Viva e deixe viver. 

Cada um tem um ponto de vista diferente e todos adicionam algo ao grande quadro, pelo que todos são importantes.

Eu passei para o outro lado com um monte de medos sobre o lixo tóxico, mísseis nucleares, explosão demográfica, florestas tropicais. E voltei amando cada problema.

Amo a radioactividade. Amo aquela nuvem em forma de cogumelo, esta é a mandala mais sagrada que nós manifestamos até agora, como um arquétipo.

Esta nuvem, mais do que qualquer religião ou filosofia na terra, levou-nos, de repente, para um outro nível de consciência, todos juntos.
O facto de sabermos que podemos explodir o planeta 50 ou 500 vezes, fez-nos, finalmente, perceber que tínhamos de estar todos unidos nesse momento. Por um período eles vão ter de explodir mais bombas até que entendamos e comecemos a dizer, "Nós não precisamos mais disso."

Neste momento vivemos num mundo mais seguro e ele vai ficar ainda mais seguro. Eu regressei amando a radioactividade porque ela uniu-nos. Essas coisas são muito grandiosas. 

Como Peter Russel diria, estes problemas agora são do "tamanho da alma." Você tem respostas do tamanho da alma? SIM!

A devastação das florestas tropicais vai diminuir, e em cinquenta anos existião mais árvores no planeta, como há muito tempo não vemos. Se você gosta de ecologia, então faz parte do sistema que está a tornar-se consciente. Vá com tudo, mas não fique deprimido. Isto é uma parte de um todo maior.
A Terra está num processo de domesticação dela mesma. E nunca mais será um lugar tão selvagem como já foi no passado. Haverá lugares selvagens lindos, reservas onde a natureza será verdejante e pululante de vida. Jardins e reservas serão o futuro. O aumento da população estará a aproximar-se dum nível óptimo, o suficiente para causar uma mudança de consciência, e esta mudança de consciência irá alterar a política, o dinheiro, a energia.

O que acontece quando sonhamos? Somos seres multi-dimensionais. Podemos aceder a outras dimensões através dos sonhos lúcidos. 
Na verdade, o universo é o sonho de Deus. Uma das coisas que eu vi é que os humanos são um grão no planeta que é um grão na galáxia que por sua vez é um grão. 
Estes são sistemas gigantes e nós estamos num tipo de sistema mediano. 

Mas os seres humanos já são lendários em todo o cosmos da consciência. O pequenino ser humano da Terra/ Gaia é lendário.
Um dos motivos de sermos lendários é o fato de sonharmos. 

Nós somos sonhadores lendários.
De facto, todo o cosmos busca o significado da vida, o significado de tudo. 
E foi o pequeno sonhador que surgiu com a melhor resposta de todas. Nós sonhamos e criamos o que sonhamos. Os sonhos são importantes.

Após ter morrido e ter regressado, eu, realmente, respeito a vida e a morte. Nas nossas experiências com o DNA, devemos ter aberto a porta de um grande segredo. 
Em breve será possível viver o quanto quisermos viver neste corpo. 

Depois de viver uns 150 anos mais ou menos, existirá uma sensação intuitiva da alma que fará com que você querer mudar de canal.

Viver para sempre num corpo não é tão criativo quanto a reencarnação, como transferir energia para este fantástico vórtice de energia em que nós estamos.
Nós iremos ver a sabedoria da vida e da morte e aproveitá-la.

Nós já vivemos desde sempre, desde tempos imemoriais, assim como estamos vivos aqui e agora. Este seu corpo provém de um infindável rio da vida, e vai de regressar ao Big Bang e mais além. Este corpo dá vida à próxima vida, na energia densa e na subtil. Este corpo vive desde sempre.

“Nós vamos unirmo-nos, dar as mãos e sair do inferno juntos."

Mellen-Thomas Benedict

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