Art&MusicaLSlides® "Sensibilidade e Emoção"
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terça-feira, 11 de setembro de 2012* Como nosso ser não é constituído tão somente de tecido material, naturalmente somos suscetíveis a tudo que nos cerca – inclusive o clima de um dia ensolarado em contraste com outro cinzento e chuvoso; chega a "mexer" com nosso humor... Verdade é que nossa psiquè sensibiliza-se com tudo que lhe atinge os sentidos – e não me refiro tão somente aos cinco sentidos físicos, mas a muitos, muitos mais que possuímos e que transcendem ao efêmero corpo físico. Naturalmente o nível evolutivo da psiquè é determinante para que as emoções derivadas da sensibilidade sejam mais ou menos agudas, revelando a sutileza de sentimentos que já lhes foram desenvolvidos, ou ainda carecem de maior progresso. É bem por essa razão que imagens, sons, palavras e atitudes nos atingem de forma diversa provocando a manifestação de nossa emoção em consonância com o grau personalíssimo da sensibilidade já conquistada. Reagimos emocionalmente de forma diversa a notícias do cotidiano, a acontecimentos de que temos notícia – positivos e negativos. Ao escutarmos uma composição musical, como "Clair de lune" de Debussy, os filamentos mais sutis de nossa essência sensibilizam-se e a emoção flui suavemente. Sentimos "algo" etéreo e indescritível que penetra pelo entremeio de nossos sentidos e reverberam lá no "fundinho" e nos enlevam..., quiçá estimulando recordações emotivas que a presente vida não tenha sido testemunha, ou que revelam aspirações de nossa alma. A busca constante dessa sutileza de sentimentos, que nos faz emocionar, é o que nos eleva, o que nos torna mais partícipes da Criação e o que nos aproxima da destinação que o Pai Eterno a todos nos reservou. 11 de setembro de 2012


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