Art&MusicaLSlides® "Tempos atuais, tempos de mudanças..."
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domingo, 14 de outubro de 2012Tempos atuais, tempos de mudanças... * O século XX, especialmente a partir de sua segunda metade – após a "2ª Guerra Mundial", vem experimentando avanços surpreendentes nos campos da ciência e da tecnologia, numa velocidade incrível – e cada vez mais vertiginosa. No modernismo que experimentamos os protótipos de novos produtos, ao ficarem prontos para testes, já enfrentam o obsoletismo em face das descobertas diárias de novos materiais, aplicabilidades, invenções correlatas, métodos mais avançados de produção, e múltiplos usos para serem incorporados ao nosso dia-a-dia, intentando facilitá-lo. Nada permite nos queixarmos desse importante alicerce ao desenvolvimento do ser humano, o estágio em que chegamos é verdadeiramente extraordinário e caminha a passos largos para nos surpreender ainda mais. Todavia, paralelamente a essa conquista, constatamos algumas discrepâncias em face do bem estar, do equilíbrio e do desenvolvimento saudável – objeto dos esforços empreendidos pelo ser humano no campo da tecnologia; ao menos assim é o que deveria ser...! Refiro-me ao crescimento interior do homem, indivíduo gregário, partícipe de uma sociedade formada por núcleos familiares que se interligam e interagem continuamente, constituindo cidades e países. Ponho em destaque a outra coluna – quiçá a mais importante, a que se refere ao progresso íntimo de cada um de nós e, por conseguinte, do conjunto da humanidade com a aplicação severa dos ensinos de luminares de todas as épocas, inclusive no campo da política: o sentimento, a emoção, a compaixão, o amor, enfim, os valores que refogem ao material e permanecem perenes no imo de nosso ser, enquanto nossa vida perdurar, portanto, além da matéria. A veste carnal serve-nos tão somente como veículo às finalidades que lhe são precípuas, sempre edificantes, tendo em vista a evolução que o Senhor do Universo nos destinou. Sim, somos seres de luz, criados para superar as mazelas das quais ainda somos portadores, aprendermos – qual uma criança que necessita do zelo e carinho paternos para educar-se e formar-se, objetivando alcançar a felicidade onde o cultivo dos valores plurais sobrelevam-se ao egoísmo do singular, onde a condescendência estrutura a compreensão, o entendimento e a harmonia, inerente ao equilíbrio, que nos transformará em seres melhores – mais compatíveis com a indescritível beleza da Criação. Observamos que a dor do parto avizinha-se... Em todo o planeta, cá e acolá, pontos obscuros ainda permanecem obstando o avanço necessário do orbe e da humanidade terrena, esta que já não deve mais permanecer no estágio atual; é imperioso que as amarras lhe sejam soltas. A Misericórdia Divina nos favorece ao permitir que exerçamos o livre arbítrio e, responsavelmente colhamos os frutos da liberdade do plantio, muita vez não tão doces quanto desejaríamos o fossem. Novas oportunidades, no entanto, a todos são constantemente oferecidas para que a libertação do "homem velho" se faça, quando então a reforma íntima permitirá a elevação e o equilíbrio de nossas vibraçoes, constituindo novo e mais sutil campo etéreo magnético, oportunidade então que nos possibilitará a ansiada reunião fraterna e amorosa de todos aqueles que pertencem à mesma família espiritual. Assim é que nas infinitas moradas celestiais, as estações do educandário do Pai Eterno são disponibilizadas como campo fértil para o aprendizado e o trabalho de todos nós, seres amados pertencentes à imensa família do Criador. Como outrora sucedeu na Terra, que recebeu a bênção da presença de irmãos oriundos de outra morada, também no presente faz-se necessário que irmãos retardatários no orbe terreno exerçam importante tarefa junto às civilizações emergentes em outro domicílio planetário. Teremos um novo começo, ou recomeço, uma nova era de regeneração norteará os rumos deste pequenino ponto azul do Universo, assim também de todos que nos fizermos merecedores de aqui permanecer. O futuro ? Tudo a seu tempo..., como resultante do esforço que individualmente empreendermos. * 14 de outubro de 2012
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