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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012|
Lenda do Andarilho Misterioso de Curitiba
Esta lenda aconteceu com uns amigos meus e eles me autorizaram a colocá-la na Internet. Para manter a privacidade dos meus colegas, irei chamá-los aqui de Rita e Luís. Em Curitiba, na noite de Lua Cheia de 6 de janeiro de 2012, no horário de meia-noite, Rita e Luís estavam num posto de gasolina, que fica em frente ao Cemitério Municipal São Vicente de Paula, localizado na Rua Trajano Reis com a esquina da Rua Barão de Antonina. O rapaz estava falando ao celular, brigando com o namorado da irmã dele e a moça estava com uma garrafa de vinho de pêssego na mão direita e com o livro 35 Noites de Paixão - Contos Escolhidos de Dalton Trevisan, na esquerda. Quando do nada surgiu, vindo da direção do cemitério, um andarilho descalço enrolado num cobertor em pleno calor de trinta graus e com um cálice na mão. Apesar do jeito de esfarrapado, o homem não estava sujo, tinha boa aparência com cabelos curtos e grandes olhos azuis, além de um sorriso debochado. Este rapaz parou em frente de Rita e disse: - Moça, me dá um pouco de vinho? Então, a garota colocou um pouco de líquido no copo do pedinte. Após isto, Este mendigo não parou de arremedar Luís, que estava ao telefone. Então, a jovem perguntou: - Quem é você? - Por que está deste jeito? O andarilho respondeu: - Eu sou o diabo e ando pelo mundo. Naquele instante Rita e Luís se arrepiaram. Deste jeito, o roto pegou no pulso esquerdo de Rita e falou: - De vocês, eu não preciso. Mas, se quiserem saber mais sobre mim leia a seguinte página deste livro... Após estas palavras, ele pegou a obra da mão da moça e continuou: - Se quiser saber mais sobre mim leiam as páginas deste livro... Após falar estas palavras, o homem misterioso deu uma gargalhada, saiu andando pela rua e espalhou cheiro de enxofre pelo ar. Assim, Rita sentiu seu pulso esquerdo queimando e logo pegou uma imagem de Santo Antônio, que sempre carrega na bolsa e se sentiu aliviada. Deste jeito, esta dama começou a ler o trecho indicado pelo morador de rua, que era: "...me dá uma dose, mais um gole....e no sorriso feroz joga a cabeça para trás. Alegrinho o seu amigo interfere na conversa, ele também quer atenção. Fazendo de conta João o ignora e debocha do sorriso da sua dentadura rósea de tanto vinho...." Desta maneira, a jovem percebeu que aquela história tinha acabado de acontecer naquele exato momento. Após ler estas palavras, Rita verificou o título do conto e se assustou quando leu: "- Conto Número 20: - O Quinto Cavaleiro do Apocalipse. " Depois deste susto, Rita e Luís resolveram sair daquele local. Então eles estavam descendo a rua. Quando, de repente, estas pessoas viram um casal se amassando dentro de um carro, de onde vinha uma música. Esta canção era: "As Aventuras de Raul Seixas Na Cidade de Thor", cujo o refrão é: "Raul Seixas e Raulzito Sempre foram o mesmo homem Mas pra aprender o jogo dos ratos Transou com Deus e com o diabo."
Ao chegar em casa, Rita notou que surgiu uma bolha no seu pulso. Alguns dias depois, esta bolha estourou e formou uma cicatriz. Luciana do Rocio Mallon.
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